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COLUNISTAS

Aprenda a ouvir de verdade: como o diálogo transforma o relacionamento com seu filho

18/11/2025 15h28 | Atualizada em 18/11/2025 15h28 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Criada por Inteligência Artificial

Depois que os pais iniciam a reconexão e ajustam a rotina familiar, surge a etapa mais importante da transformação: aprender a ouvir.
Muitos pais acreditam que já escutam seus filhos — mas ouvir não é o mesmo que “esperar a vez de falar”. Ouvir de verdade é uma habilidade emocional que abre portas, cura feridas e aproxima gerações.

É por meio da escuta que os pais finalmente entendem o que o filho sente, e não apenas o que o filho faz.

Ouvir não é responder — é compreender
O adolescente de hoje vive uma tempestade silenciosa: pressões sociais, comparação constante, inseguranças, exaustão emocional e medo de decepcionar.
Mas ele raramente fala sobre isso espontaneamente.

Por quê?
Porque muitos jovens aprenderam que, quando tentam se abrir, recebem:

  • críticas,
  • julgamentos,
  • sermões,
  • interrupções,
  • ou conselhos rápidos que não acolhem sua dor.

O resultado?
Eles param de falar — não porque não confiam nos pais, mas porque não se sentem compreendidos.
A escuta ativa muda esse cenário imediatamente.

A escuta ativa é o maior gesto de amor silencioso
Escutar é criar um espaço seguro onde o jovem pode ser quem ele é, sem medo.
Significa dizer, com atitudes:
“Você pode falar comigo. Eu estou aqui. Eu não vou te julgar”.
E quando o adolescente percebe que esse espaço existe, ele se abre.

Começa contando pequenas coisas. 
Depois, conta as coisas importantes. 
Até que a conexão se torna natural, leve e cotidiana.
Esse é o poder transformador de ouvir com atenção.

Três técnicas práticas para ouvir seu filho de verdade
1. Valide os sentimentos antes de reagir
Em vez de responder com:
“Você está exagerando.”
tente:
“Eu entendo que isso esteja sendo difícil pra você.”
Validar não significa concordar — significa acolher.


2. Use perguntas que abrem portas
Perguntas fechadas matam o diálogo.
Perguntas abertas criam confiança.

Exemplos:
“O que te deixou mais chateado nisso?”
“Como você se sentiu com essa situação?”
“O que você acha que podemos fazer juntos agora?”

3. Escute sem interromper (mesmo quando discordar)
Esse é o ponto mais desafiador para muitos pais.
Mas ouvir até o fim mostra que você respeita a experiência do seu filho.
E respeito gera reciprocidade.
Quando a escuta muda, tudo muda
Filhos que se sentem ouvidos:
se tornam mais seguros
 ✔️ pedem ajuda quando precisam
 ✔️ se sentem pertencentes
 ✔️ conversam mais sobre sua vida
 ✔️ reduzem comportamentos de risco
 ✔️ desenvolvem autoestima e maturidade

E pais que aprendem a escutar:
 ✔️ entendem a raiz dos problemas
 ✔️ resolvem conflitos mais rápido
 ✔️ criam vínculos mais profundos
 ✔️ conseguem orientar sem brigar
 ✔️ reduzem a ansiedade e a frustração do dia a dia

 “Escutar é o primeiro passo para guiar. Quem escuta, conecta. Quem conecta, transforma”.
 — Eder Cachoeira

Escutar é um gesto diário — não uma técnica isolada
A transformação não acontece em um dia.
Ela acontece nos pequenos momentos:
Na caminhada.
No café da manhã.
No carro.
No sofá antes de dormir.
Nos intervalos da rotina.

É nesses instantes simples que os jovens testam se os pais realmente estão presentes.
E é ali que a conexão se fortalece.

 

No próximo artigo da coluna Meu Filho Fora do Quarto, vamos falar sobre:

“Como estabelecer limites sem conflito — criando regras que funcionam na vida real”
Será o passo natural após presença, rotina e diálogo: mostrar que amor e limites caminham juntos.

Como transformar a rotina familiar em um espaço de convivência e aprendizado

11/11/2025 14h43 | Atualizada em 11/11/2025 14h43 | Por: Eder Cachoeira
A rotina é o cenário mais simples e eficaz para fortalecer vínculos familiares.

Depois de começar o processo de reconexão, surge uma pergunta comum entre os pais:
 “E agora, como manter essa ligação viva no dia a dia?”
A resposta está justamente naquilo que parece simples e, muitas vezes, deixamos escapar: a rotina.
Ela é a base invisível que sustenta o relacionamento familiar, ensina valores e molda o comportamento — muito mais do que discursos e conselhos.

A rotina é a principal educadora da casa

Tudo o que se repete dentro de casa vira aprendizado.
A forma como os pais se falam, resolvem conflitos, organizam o tempo e demonstram afeto, ensina — ainda que ninguém esteja explicando nada.

Uma rotina equilibrada e com presença real mostra aos filhos que a vida tem ritmo, regras e propósito. Quando isso é vivido em casa, o adolescente entende que disciplina não é castigo, é cuidado.
E que colaborar não é obrigação, é convivência.

💬 “Os filhos aprendem mais com o que veem os pais fazendo do que com o que ouvem os pais dizendo.”
 — Eder Cachoeira

Transforme obrigações em oportunidades de convivência

Grande parte dos momentos em família acontece nas tarefas do cotidiano.
É possível transformar o que seria “obrigação” em tempo de qualidade:

  • cozinhar juntos;
  • cuidar da casa;
  • planejar o fim de semana;
  • organizar a rotina escolar;
  • ou simplesmente conversar sobre o dia durante o jantar.

Esses pequenos momentos são os que realmente ensinam responsabilidade, empatia e cooperação. Cada tarefa vira um diálogo, e cada diálogo, uma oportunidade de aprendizado mútuo.

Comunique-se com empatia e constância

A comunicação é o alicerce da convivência. E a forma como se fala dentro de casa pode construir ou derrubar pontes.

Troque ordens por perguntas, broncas por escuta, reclamações por reconhecimento.
Não se trata de deixar de corrigir, mas de como corrigir.
Um “vamos tentar diferente amanhã?” vale muito mais do que um “você nunca aprende”.

O adolescente que se sente ouvido, compreendido e respeitado tende a desenvolver mais segurança e autonomia — e passa a se abrir naturalmente para os pais.
Crie rituais que gerem pertencimento
Famílias que convivem bem não são perfeitas — elas têm rituais.
São hábitos simples, repetidos com propósito, que dão identidade ao lar.
Pode ser o jantar sem telas, o passeio de domingo, a noite do filme, ou até o “momento da semana” para conversar sobre o que deu certo e o que pode melhorar.
Esses rituais se tornam pontos de encontro emocionais e fortalecem o sentimento de “somos um time”.

Transformar a rotina é transformar o futuro

Quando o lar se torna um espaço de convivência e aprendizado, o quarto deixa de ser refúgio e volta a ser apenas um cômodo.
O filho quer participar, o diálogo flui, e a casa volta a ser o lugar onde todos crescem — juntos.

💬 “A verdadeira mudança não acontece em grandes gestos, mas nos pequenos hábitos que se repetem todos os dias.”
 — Eder Cachoeira

A rotina não é inimiga da liberdade — ela é o solo firme onde nascem a confiança, o amor e o equilíbrio. Transformá-la é, no fundo, transformar a família.

No próximo artigo da coluna Meu Filho Fora do Quarto, vamos falar sobre “Aprenda a ouvir de verdade: como o diálogo transforma o relacionamento com seu filho” - agora que a rotina está estruturada, é hora de aprofundar o diálogo, compreender as emoções do filho e construir comunicação empática.

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Como começar a reconexão com seu filho: o primeiro passo é estar presente

04/11/2025 09h48 | Atualizada em 04/11/2025 09h48 | Por: Eder Cachoeira
A presença é o primeiro passo para reconstruir vínculos familiares.

Como começar a reconexão com seu filho: o primeiro passo é estar presente

Vivemos tempos em que a ausência não precisa de distância física.
Pais e filhos podem estar na mesma casa, no mesmo cômodo, e mesmo assim estarem distantes.
O corpo está presente, mas a atenção está em outro lugar — na tela, no trabalho, nas preocupações. E é justamente aí que começa o rompimento silencioso das relações.

A reconexão familiar não exige fórmulas complexas, terapias longas ou mudanças radicais. Ela começa por algo simples, mas poderoso: estar verdadeiramente presente.

Estar presente é mais do que estar por perto

Estar presente é desligar o piloto automático e abrir espaço para enxergar o outro.
É ouvir com interesse, olhar nos olhos, perguntar sem pressa e mostrar que se importa.
Para muitos pais, isso parece óbvio — mas, na correria do dia a dia, é o primeiro hábito a desaparecer.

A adolescência é um período em que os filhos testam limites, buscam independência e, ao mesmo tempo, precisam de referência.
Por trás do silêncio, da irritação e até da rebeldia, quase sempre há um pedido disfarçado: “Percebe o que eu estou sentindo, mesmo quando eu não sei explicar.”
A presença constante e empática é o que devolve segurança ao adolescente — é o porto seguro emocional que ele procura sem saber pedir.

Três passos simples para começar essa reconexão

1️⃣ Desligue as distrações
Reserve momentos do dia para estar 100% com seu filho — sem celular, televisão ou interrupções. Cinco minutos de atenção verdadeira valem mais do que horas de convivência distraída.

2️⃣ Faça da rotina um momento de encontro

Transforme tarefas cotidianas (como jantar, arrumar a casa ou caminhar) em oportunidades de conversa e parceria. O segredo não está no tempo, mas na qualidade da presença.

3️⃣ Demonstre interesse genuíno
 Pergunte sobre o dia, sobre o que ele gosta, sobre o que está aprendendo.
 Evite julgamentos e conselhos imediatos.
 A escuta atenta é o início de qualquer reconexão duradoura.

Presença gera confiança, e confiança gera diálogo

Quando um filho percebe que pode contar com os pais, ele se abre.
O que antes era um silêncio desconfortável se transforma em conversa, risada e cumplicidade. É um processo gradual — e, como todo processo, exige constância.

💬 “O que muda uma relação não é um grande gesto, mas pequenos gestos repetidos todos os dias.”
 — Eder Cachoeira

A reconexão começa com o olhar. Com a pausa.
Com o simples ato de escolher estar ali — inteiro, presente, disponível.

O próximo passo

No próximo artigo da coluna Meu Filho Fora do Quarto, vamos falar sobre “Como transformar a rotina familiar em um espaço de convivência e aprendizado” — mostrando como criar ambientes que fortalecem o vínculo e diminuem os conflitos dentro de casa.
 

Pais, filhos e o novo cenário da adolescência

28/10/2025 08h47 | Atualizada em 28/10/2025 08h46 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Reprodução

Vivemos uma era em que ser pai e mãe se tornou um dos maiores desafios do nosso tempo. A tecnologia transformou a forma como nos comunicamos, nos relacionamos e enxergamos o mundo — e, junto com ela, surgiram novas barreiras dentro das próprias famílias.

A coluna “Meu Filho Fora do Quarto” nasce exatamente para falar sobre isso: como reconectar pais e filhos em meio à avalanche digital que os separa.

Os grandes desafios da parentalidade moderna

Ser pai ou mãe nunca foi tarefa fácil, mas na atualidade, tornou-se ainda mais complexo.
Os jovens cresceram em um ambiente hiperconectado, onde tudo é rápido, imediato e público. E isso tem consequências diretas no comportamento e na saúde mental.
Pesquisas mostram que adolescentes brasileiros passam, em média, mais de 8 horas por dia diante de telas, e cerca de 70% deles relatam tempo de uso considerado excessivo.
Além disso, um em cada seis adolescentes no mundo relata já ter sofrido cyberbullying, e os números de ansiedade, depressão e ideação suicida entre jovens vêm crescendo em diversos países.

Mais do que estatísticas, esses dados refletem uma realidade alarmante:

  • Jovens cada vez mais ansiosos, inseguros e sem propósito;
  • Famílias fisicamente próximas, mas emocionalmente distantes;
  • E pais sem tempo ou preparo para lidar com a velocidade com que tudo muda.

A adolescência no Brasil e no mundo

A adolescência sempre foi uma fase de descobertas, mas hoje ela acontece sob a lente das redes sociais — e sob a pressão constante da comparação.
Em vez de se olhar no espelho, o adolescente se vê através da tela.
Ele mede seu valor por curtidas, seguidores e validação instantânea.
E isso gera frustração, baixa autoestima e, muitas vezes, o afastamento do convívio real.

Pesquisas internacionais (CDC, OMS, NIH) apontam correlação direta entre uso intenso de redes sociais e sintomas de tristeza, solidão e desesperança.
No Brasil, o cenário é semelhante, com jovens cada vez mais conectados, porém menos engajados em atividades sociais, esportivas e familiares.

Mas há esperança — e o caminho começa dentro de casa

Apesar de tudo, existe solução.
Os pais podem — e devem — ser os grandes aliados dos filhos nessa jornada.
Não é preciso ser especialista em tecnologia, basta ser presente, atento e disposto a aprender junto.

Pequenas mudanças de rotina fazem grande diferença:

  • Estabelecer momentos de convivência real, sem celulares à mesa ou no quarto;
  • Criar regras claras e combinadas sobre tempo de tela;
  • Estimular diálogo sem julgamentos;
  • Participar ativamente da vida dos filhos;
  • E, acima de tudo, dar o exemplo.

Pais que aprendem a equilibrar limites e afeto ajudam seus filhos a desenvolverem autonomia, responsabilidade e consciência digital.
É possível vencer essa batalha — não contra a tecnologia, mas a favor das relações humanas.

💬 “A transformação que o mundo precisa começa dentro de casa.
 E o primeiro passo é reconectar pais e filhos.”
 — Eder Cachoeira

O que vem a seguir
Nas próximas publicações da coluna Meu Filho Fora do Quarto, vamos abordar temas muito importantes:

  • Como iniciar o diálogo com adolescentes que “se trancam no quarto”;
  • O impacto das telas no comportamento e na atenção;
  • Como transformar a rotina familiar em um espaço de aprendizado;
  • E exemplos práticos de famílias que conseguiram reverter o distanciamento.
     

Primeira edição do “Meu Filho Fora do Quarto [ CONECTA ] 2025” inspira famílias em Tubarão

20/10/2025 14h46 | Atualizada em 20/10/2025 14h46 | Por: Eder Cachoeira
“Momento de abertura do evento Meu Filho Fora do Quarto [ CONECTA ] 2025 – Senac Tubarão, 04/10/2025”

No dia 04 de outubro de 2025, o Senac Tubarão foi palco da primeira edição do evento Meu Filho Fora do Quarto [ CONECTA ], uma experiência intensa e imersiva que reuniu pais, mães e adolescentes para um dia inteiro de palestras, oficinas e rodas de conversa — com foco em reconectar gerações, fortalecer relações familiares e preparar os jovens para os desafios da vida adulta.

O que era o evento?

O [ CONECTA ] 2025 foi desenhado para oferecer conteúdo dividido entre momentos em família e sessões específicas para pais ou filhos, com temas que combinam comunicação, propósito, tecnologia, carreira, saúde emocional e convívio familiar.

As cinco áreas temáticas principais foram:

  1. Comunicação e Relacionamento Familiar
  2. Autoconhecimento e Propósito de Vida
  3. Habilidades Sociais e Colaboração
  4. Educação, Carreira e Uso Consciente da Tecnologia
  5. Saúde Mental, Física e Bem-Estar

Palestras e oficinas que marcaram o dia

A abertura do evento foi conduzida por Fabrícia Machado, com a palestra “Adolescência: uma fase desafiadora, mas não deve durar a vida toda”, que trouxe reflexões profundas sobre o desenvolvimento emocional e os desafios dessa fase da vida.

Na sequência, Suelen Francez apresentou “Como a Comunicação Cria ou Quebra Laços”, mostrando como a forma de se expressar pode fortalecer ou fragilizar as relações entre pais e filhos. Paralelamente, Luiz Eduardo Mutzberg comandou a oficina “Brechó no Quarto – Desapego e Empreendedorismo para Pais e Filhos”, incentivando atitudes práticas de colaboração e protagonismo juvenil.
Ainda na parte da manhã, Kananda Segala trouxe a palestra “Descobrindo o Potencial dos Filhos”, destacando a importância de reconhecer talentos, incentivar a autonomia e apoiar o desenvolvimento de habilidades individuais. Já Márcio Lima conduziu a atividade “Qual o seu Superpoder? Um Workshop para o Futuro!”, convidando os jovens a identificarem suas forças e direcionarem seus dons para construir carreiras com propósito.

Durante a tarde, Cristine Bittencourt apresentou “Corpo e Mente em Equilíbrio”, enfatizando a conexão entre saúde física, emocional e mental na rotina dos adolescentes, enquanto Vantuir Borges abordou “Pais Saudáveis, Filhos Equilibrados”, reforçando o papel do autocuidado parental no equilíbrio familiar.

Na sequência, Nacim Miguel falou sobre “Tecnologia: Vilã ou Aliada na Jornada?”, ampliando a visão sobre o uso consciente das ferramentas digitais, e Danielle Furtado encerrou as palestras individuais com o tema “Preparando Seus Filhos para o Futuro”, mostrando como a educação emocional e a orientação adequada podem abrir caminhos sólidos para a vida adulta.

O encerramento do evento contou com um Painel de Especialistas mediado por Eder Cachoeira, idealizador do projeto, reunindo Kátia Michells, Gean Firmino e Franco Furghetti para debater “Compromissos e Passos Práticos para uma Família Conectada”. O painel trouxe propostas reais e acessíveis para transformar a convivência em casa, mostrando que pequenas ações diárias são capazes de gerar grandes mudanças.
Um movimento que começa dentro da sua casa

Mais do que um encontro de um dia, o [ CONECTA ] 2025 representou o fortalecimento de um movimento de transformação familiar. Pais e filhos foram convidados a sair da condição de “conviventes desligados” e tornarem-se colegas de jornada — unindo presença, diálogo, escuta e convívio real.

 O evento reforçou que os desafios da era digital — telas, comparações, falta de direção — podem ser enfrentados com ações simples, graduais e integradas à rotina familiar.

Gratidão e próximos passos

O sucesso do dia foi resultado da dedicação de uma equipe de voluntários, do comprometimento dos palestrantes, do engajamento das famílias presentes e do apoio de parceiros e patrocinadores. Nosso agradecimento a todos que acreditaram e tornaram possível.

“Essa primeira edição foi apenas o começo de uma jornada que vai muito além de um auditório. É o início de uma mudança real dentro das casas, nas conversas e nas atitudes das famílias. Queremos continuar conectando pessoas, inspirando pais e ajudando jovens a encontrarem propósito, equilíbrio e motivação para o futuro.” (Eder Cachoeira)

E agora?

O projeto [ Meu Filho Fora do Quarto ] seguirá com mentorias, palestras, conteúdos semanais, novos encontros e uma verdadeira rede de apoio à parentalidade consciente.
Convidamos você a permanecer conectado e participar dessa caminhada rumo a relacionamentos mais saudáveis, filhos mais confiantes e famílias mais unidas - meufilhoforadoquarto.com.br.
 

Eder Cachoeira

Meu Filho Fora do Quarto

Eder Cachoeira é professor, empresário e palestrante com mais de 28 anos de experiência em tecnologia, educação e empreendedorismo. Criador do projeto “Meu Filho Fora do Quarto”, ele compartilha reflexões, histórias e dicas práticas sobre parentalidade, comportamento e propósito de vida. Na coluna, busca ajudar pais e filhos a se reconectarem e construírem relações mais saudáveis e significativas.

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