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COLUNISTAS

Propósito, escolhas e futuro: como ajudar seu filho a não se perder na vida adulta

20/01/2026 16h00 | Atualizada em 27/01/2026 15h20 | Por: Eder Cachoeira

Ajudar seu filho a encontrar sentido em sua vida, fazer escolhas acertadas e construir um futuro estável é um dos maiores desafios da parentalidade moderna. Numa sociedade cheia de informações desencontradas e pressão por sucesso imediato, é crucial que os pais estejam preparados para guiar seus filhos adolescentes rumo a um futuro promissor e satisfatório.


𝗙𝗼𝗿𝘁𝗮𝗹𝗲𝗰𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
Um dos primeiros passos é ajudar seu filho a desenvolver uma identidade sólida. Isso pode ser feito encorajando-o a explorar seus interesses, habilidades e paixões. Incentive a participação em atividades extracurriculares que estimulem seu lado criativo, crítico e social. Acompanhe o progresso dele, demonstre interesse genuíno e esteja aberto para conversas honestas sobre suas descobertas e incertezas.


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Os adolescentes precisam entender que cada escolha carrega consequências, boas ou ruins. É essencial ensinar seu filho a ponderar suas decisões. Uma maneira prática de orientá-los é estimulando a reflexão sobre o impacto de suas escolhas no presente e no futuro. Criar cenários hipotéticos também pode ajudá-los a pensar de forma mais estruturada e consciente.

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A pressão para se tomar decisões acertadas para o futuro pode gerar ansiedade em muitos jovens. Para reduzir essa carga, mostre a seu filho que o caminho não precisa estar definido agora. Compartilhe histórias de pessoas que encontraram seu propósito em diferentes momentos da vida, reforçando que a jornada pessoal é única. Mais importante, demonstre que todas as experiências, inclusive as falhas, contribuem para o crescimento e aprendizado.
Além disso, ofereça apoio emocional contínuo. Esteja disponível para escutá-los e aconselhá-los sem julgamentos. Promova um ambiente seguro onde ele se sinta confortável para expressar seus medos e esperanças.


𝗘𝘀𝘁𝗶𝗺𝘂𝗹𝗮𝗿 𝗿𝗲𝘀𝗶𝗹𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗳𝗹𝗲𝘅𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
Por fim, ensine seu filho a ser resiliente e adaptável às mudanças. A vida adulta é cheia de surpresas, então fortalecê-lo emocionalmente para lidar com imprevistos é vital. Ajude-o a desenvolver habilidades práticas para resolver problemas e aprender com os obstáculos, reforçando que cada desafio representa uma oportunidade de crescimento.
Concluir que seu filho não precisa ter tudo solucionado e que o apoio e compreensão dos pais são fundamentais pode fazer toda a diferença na formação de um adulto seguro e realizado. Com seu encorajamento e orientação, ele estará melhor equipado para traçar um caminho significativo e recheado de propósito no futuro que ainda está por vir.

Leia mais conteúdos sobre parentalidade em Eder Cachoeira | Carreira, Pais e Filhos no Instagram.

Quando procurar ajuda: sinais de alerta emocional que os pais não podem ignorar

02/01/2026 11h26 | Atualizada em 15/01/2026 16h34 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Divulgação

Todo pai e toda mãe já pensaram, em algum momento:
“Isso é só uma fase.”
E muitas vezes é mesmo.
Mas, em alguns casos, não é.


O grande problema é que a linha entre uma fase difícil e um sofrimento emocional sério
nem sempre é clara. E quando os sinais são ignorados, o custo pode ser alto demais.
 

Adolescentes não pedem ajuda como adultos
Um adulto diz:
“Não estou bem”.

 

Um adolescente muda de comportamento.

  • Ele se isola
  • Fica irritado o tempo todo
  • Perde o interesse pelo que gostava
  • Dormir vira um problema
  • Comer vira um problema
  • Falar vira um problema

E muitos pais interpretam isso como rebeldia, preguiça ou falta de limites.
Quando, na verdade, pode ser sofrimento emocional silencioso.
 

Sinais de alerta que não podem ser ignorados
Não é sobre um dia ruim.
É sobre padrões que se repetem.
Fique atento quando você percebe:

  • isolamento excessivo e prolongado
  • mudanças bruscas de humor
  • irritabilidade constante ou apatia
  • queda repentina no rendimento escolar
  • alterações no sono ou apetite
  • abandono de atividades que antes davam prazer
  • falas frequentes de desvalorização pessoal
  • comentários sobre não existir, sumir ou desistir

Nenhum desses sinais, isoladamente, define um problema grave.
Mas a soma deles exige atenção imediata.
 

O erro mais comum dos pais: minimizar
Frases como:
“Isso é drama.”
“Na minha época não tinha isso.”
“Você precisa ser mais forte.”
Não ajudam.
Machucam.


Elas ensinam o adolescente a esconder o que sente.
E quando o sofrimento não encontra escuta, ele cresce no silêncio.
“Todo pedido de ajuda ignorado vira um pedido mais silencioso depois.”

 

Procurar ajuda não é fracasso — é responsabilidade
Buscar ajuda profissional não significa que você falhou como pai ou mãe.
Significa exatamente o contrário.


Significa que você está atento. Presente. E disposto a proteger a saúde emocional do seu filho.
Psicólogos, terapeutas e profissionais da saúde mental existem para apoiar — não para substituir a família.
Quando família e ajuda profissional caminham juntas, as chances de recuperação aumentam drasticamente.

 

O papel dos pais continua sendo fundamental
Mesmo com acompanhamento profissional, o adolescente precisa de algo que nenhum especialista substitui:

  • um ambiente seguro em casa
  • diálogo sem julgamento
  • rotina emocional previsível
  • afeto demonstrado
  • limites claros
  • presença real

A ajuda começa fora, mas se sustenta dentro de casa.
 

Confie mais no seu instinto do que no seu medo
Se algo dentro de você diz que “não está normal”, escute.
É melhor procurar ajuda cedo do que se arrepender de ter esperado demais.


“Cuidar da saúde emocional do seu filho é tão importante quanto cuidar da saúde física.”


O que vem no próximo artigo
No próximo texto da série Meu Filho Fora do Quarto, vamos avançar para um tema que fecha este ciclo emocional e abre o caminho para o futuro:

“Propósito, escolhas e futuro: como ajudar seu filho a não se perder na vida adulta”
 

Como proteger emocionalmente seu filho em um mundo hiperconectado

23/12/2025 15h30 | Atualizada em 23/12/2025 16h04 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Divulgação

Existe algo acontecendo com os adolescentes que não aparece nas notas da escola,
não aparece nos boletins, e muitas vezes não aparece nem dentro de casa.


Mas está ali. 
Todos os dias. 
Silenciosamente.


É o desgaste emocional causado por um mundo que exige demais…
e acolhe de menos.
 

A geração mais conectada da história — e a mais ansiosa também

Nunca foi tão fácil se comunicar.
Nunca foi tão fácil se comparar.


O adolescente de hoje acorda e dorme sendo exposto a:

  • corpos perfeitos,
  • vidas editadas,
  • sucessos irreais,
  • padrões inalcançáveis,
  • opiniões que machucam.

E enquanto tudo isso acontece, ele ainda está tentando descobrir:
quem ele é.
 

O resultado?
Uma geração insegura, ansiosa, com medo de errar — e com uma autoestima frágil demais para a pressão que sofre.
 

Comparação constante destrói identidade
O problema não é o adolescente querer melhorar.
O problema é quando ele acredita que nunca é suficiente.


A comparação constante faz o jovem sentir que está sempre atrasado,
sempre perdendo, sempre aquém.


E muitos pais não percebem isso porque o filho não fala.
Ele se cala.
Ele se fecha.
Ele sorri… enquanto se compara por dentro.

💬 “A comparação não motiva. Ela corrói”.

 

Ansiedade não é drama — é sobrecarga emocional
Ansiedade não é frescura.
Não é falta de gratidão.
Não é falta de Deus, disciplina ou força de vontade.

É o corpo e a mente dizendo:
“Isso é demais para mim”.


Quando o adolescente não encontra espaço para errar,
não encontra alguém que escute sem julgar,
não encontra segurança emocional…
a ansiedade cresce.
E cresce rápido.
 

Onde os pais entram — e por que são fundamentais

Aqui vai uma verdade dura, mas necessária:

👉 A família é o maior fator de proteção emocional que um adolescente pode ter.
 

Quando o jovem sabe que:
pode falhar em casa,
pode falar em casa,
pode ser quem é em casa,
o mundo lá fora perde força.
A casa vira abrigo.
Não pressão.
 

Como fortalecer a autoestima do seu filho na prática
1️⃣ Valorize o processo, não só o resultado

Pare de elogiar apenas notas, conquistas e vitórias.
Elogie esforço, caráter, persistência e tentativa.
 

2️⃣ Seja um porto seguro emocional
Nem tudo precisa de correção imediata.
Às vezes, seu filho só precisa de alguém que diga:
“Eu te entendo".

 

3️⃣ Ensine seu filho a se comparar apenas consigo mesmo
Mostre que evolução não é ser melhor que os outros — é ser melhor do que ontem.
 

Autoestima se constrói em casa, não na internet

  • Nenhum like substitui pertencimento.
  • Nenhuma curtida constrói identidade.
  • Nenhum algoritmo educa emocionalmente.

Isso é papel da família.

💬 “Quando o filho se sente amado, visto e aceito em casa,
ele não precisa se provar para o mundo”
.

 

Como ensinar seu filho a usar a tecnologia sem perder o controle

16/12/2025 11h16 | Atualizada em 18/12/2025 23h43 | Por: Eder Cachoeira

O problema não é o celular, é a ausência de limites e propósito. Veja como orientar seu filho para usar a tecnologia com equilíbrio e consciência.

Vamos ser honestos: a tecnologia não vai sair da vida dos nossos filhos.
O celular não vai desaparecer.
As redes sociais não vão acabar.
E proibir tudo não funciona.
 

Mesmo assim, muitos pais continuam travando uma guerra perdida ou simplesmente desistiram.
Uns tentam controlar demais.
Outros fingem que não veem.
E, no meio disso tudo, os adolescentes seguem sozinhos, expostos e sem orientação.
 

O problema não é o celular.
O problema é quando ele ocupa o espaço que deveria ser da família, do diálogo e do propósito.

 

Por que tantos pais perderam o controle da tecnologia dentro de casa?

Porque ninguém ensinou os pais a educar filhos em um mundo digital.

A maioria dos adultos também está viciada em telas.
Também foge do silêncio.
Também usa o celular como anestesia emocional.
 

E aqui está a verdade dura: Não dá para exigir equilíbrio digital dos filhos quando os pais não praticam isso.

O adolescente aprende mais pelo exemplo do que por qualquer discurso.
 

O que realmente acontece quando o celular vira refúgio

Quando o adolescente passa horas no celular, geralmente não é lazer.
É fuga.

  • Fuga do tédio.
  • Fuga da cobrança.
  • Fuga da insegurança.
  • Fuga da falta de diálogo.

O celular vira um lugar onde ele se sente no controle, algo que, muitas vezes, ele não sente na vida real
E enquanto isso:

  • a autoestima diminui,
  • a comparação aumenta,
  • o sono piora,
  • a ansiedade cresce,
  • e a conexão familiar enfraquece.

 

Proibir não educa. Liberar sem critério também não.

A solução está no meio do caminho:
educar para o uso consciente.


Isso significa ensinar o filho a:

  • entender o impacto do tempo de tela;
  • reconhecer quando está usando por prazer ou por fuga;
  • equilibrar tecnologia com vida real;
  • assumir responsabilidade pelo próprio comportamento digital.

Tecnologia precisa de regra, propósito e acompanhamento.
 

Três princípios para recuperar o controle sem brigar
 

1️⃣ Regra clara é cuidado, não autoritarismo

  • Horários, locais e limites precisam ser definidos.
  • Celular fora do quarto à noite.
  • Momentos sem tela em família.
  • Nada disso é punição — é proteção emocional.

2️⃣ A tecnologia deve servir a um propósito
Jogos, vídeos e redes podem existir. Mas também precisam conviver com:

  • estudo,
  • leitura,
  • esporte,
  • projetos pessoais,
  • aprendizado real.

Celular sem propósito vira vício.
 

3️⃣ Pais precisam estar dentro do jogo
Você precisa saber:

  • o que seu filho consome,
  • quem ele segue,
  • com quem ele conversa,
  • e como ele se sente depois de usar o celular.
  • Não para vigiar.
  • Mas para orientar.

 

Quando a tecnologia encontra propósito, o conflito diminui
 

Quando o adolescente tem:

  • rotina,
  • responsabilidade,
  • metas,
  • e diálogo,

o celular perde força como muleta emocional.
Ele deixa de ser refúgio
e passa a ser ferramenta.
“Tecnologia sem propósito escraviza. Tecnologia com direção liberta.”
 

O papel dos pais não é controlar — é guiar
 

Seu filho não precisa que você seja um policial digital.
Ele precisa que você seja referência.

  • Alguém que ensine limites.
  • Que converse.
  • Que explique.
  • Que ajuste quando errar.

E sim, você vai errar.
Mas errar junto educa muito mais do que abandonar.

 

O que vem no próximo artigo
No próximo artigo da série Meu Filho Fora do Quarto, vamos entrar em um tema delicado, mas essencial:
“Ansiedade, comparação e autoestima: como proteger emocionalmente seu filho em um mundo hiperconectado”

Férias não são tempo perdido: como evitar a “falácia do custo afundado” e ajudar seu filho a evoluir

08/12/2025 12h00 | Atualizada em 08/12/2025 12h01 | Por: Eder Cachoeira

Pais e mães de adolescentes enfrentam um dilema comum: as férias chegam, o ritmo escolar desacelera e, de repente, o quarto vira um navio à deriva — com um adolescente navegando por horas infinitas de vídeos, jogos e redes sociais.


A primeira semana passa e você pensa:
“Agora já foi… depois eu vejo isso.”


Esse pensamento tem nome, e ele explica por que tantas famílias perdem meses preciosos sem intenção: falácia do custo afundado.

 

O que é a falácia do custo afundado — e por que ela destrói as férias dos seus filhos
Na economia, esse conceito descreve quando continuamos investindo em algo que não funciona só porque já colocamos muito tempo, dinheiro ou energia naquilo.
Na parentalidade, acontece assim:

  • Semana 1 das férias: muito celular.
  • Semana 2: “Ah… já começou assim mesmo.”
  • Semana 3: “Agora deixa terminar o mês.”
  • Semana 4, 5, 6…: dois meses inteiros afundados no ralo do consumo inútil.

Não é culpa dos pais.
É inércia psicológica. É mais fácil deixar como está do que mudar o rumo.
Mas a verdade é que as férias são uma janela de oportunidade que não deveria ser ignorada.
 

Descansar é essencial — mas também é possível evoluir
Sim, o adolescente precisa descansar da escola.
Sim, o cérebro merece uma pausa.
Mas uma pausa não significa desligar a vida.
Significa mudar o ritmo.
As férias podem, e deveriam, ser o momento ideal para desenvolver aquilo que a escola não ensina, mas que a vida e o mercado de trabalho vão cobrar.
Serão cobrados:
✔ autonomia
✔ planejamento
✔ entendimento do próprio perfil
✔ tomada de decisão
✔ amadurecimento
✔ visão de futuro
E tudo isso pode começar de forma leve, orgânica, sem pressão.

 

O que seu filho poderia estar fazendo algumas horas por semana nas férias
Pense no impacto disso:

1️⃣ Descobrir seus talentos e seu perfil
A adolescência é o período perfeito para explorar habilidades naturais e áreas de interesse.
2️⃣ Começar a montar o primeiro currículo
Mesmo sem experiência formal, ele pode desenvolver:

  • projetos pessoais,
  • atividades voluntárias,
  • cursos rápidos,
  • habilidades técnicas e comportamentais,
  • trabalhos escolares,
  • participação em eventos.

3️⃣ Pensar na carreira de forma clara
Com orientação correta, ele começa a visualizar caminhos e possibilidades, reduzindo a ansiedade pelo futuro.
4️⃣ Criar metas de estudo, vida e carreira para 2026
Em vez de entrar no próximo ano “no automático”, ele chega com clareza e propósito.
Nada disso precisa substituir o descanso.
Pode ser feito em duas ou três horas por semana.
O resto continua sendo lazer, família e tempo livre.


Não deixe seu filho “à deriva”
A ausência de um plano não é descanso — é desperdício.
E desperdício, somado à falácia do custo afundado, gera férias inteiras perdidas em conteúdo vazio, comparações tóxicas e horas de tela que só aumentam a ansiedade.
Por outro lado, um mínimo de direção pode transformar o período em uma das fases mais importantes da formação do seu filho.


💬 “Férias produtivas não são férias cheias — são férias com propósito.”


Existe uma forma leve de fazer isso acontecer
Você não precisa montar um plano complexo.
Seu filho não precisa estudar como se estivesse em aula.
E ninguém precisa brigar.


Basta criar um pequeno roteiro de evolução, adaptado ao ritmo da casa e ao estilo do adolescente.


E eu posso te ajudar com isso.
Se quiser um guia prático para aproveitar as férias de forma equilibrada — descanso + desenvolvimento — basta acessar o link disponível na bio em instagram.com/edercachoeira.
 

Eder Cachoeira

Meu Filho Fora do Quarto

Eder Cachoeira é professor, empresário e palestrante com mais de 28 anos de experiência em tecnologia, educação e empreendedorismo. Criador do projeto “Meu Filho Fora do Quarto”, ele compartilha reflexões, histórias e dicas práticas sobre parentalidade, comportamento e propósito de vida. Na coluna, busca ajudar pais e filhos a se reconectarem e construírem relações mais saudáveis e significativas.

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