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COLUNISTAS

Como proteger emocionalmente seu filho em um mundo hiperconectado

23/12/2025 15h30 | Atualizada em 23/12/2025 16h04 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Divulgação

Existe algo acontecendo com os adolescentes que não aparece nas notas da escola,
não aparece nos boletins, e muitas vezes não aparece nem dentro de casa.


Mas está ali. 
Todos os dias. 
Silenciosamente.


É o desgaste emocional causado por um mundo que exige demais…
e acolhe de menos.
 

A geração mais conectada da história — e a mais ansiosa também

Nunca foi tão fácil se comunicar.
Nunca foi tão fácil se comparar.


O adolescente de hoje acorda e dorme sendo exposto a:

  • corpos perfeitos,
  • vidas editadas,
  • sucessos irreais,
  • padrões inalcançáveis,
  • opiniões que machucam.

E enquanto tudo isso acontece, ele ainda está tentando descobrir:
quem ele é.
 

O resultado?
Uma geração insegura, ansiosa, com medo de errar — e com uma autoestima frágil demais para a pressão que sofre.
 

Comparação constante destrói identidade
O problema não é o adolescente querer melhorar.
O problema é quando ele acredita que nunca é suficiente.


A comparação constante faz o jovem sentir que está sempre atrasado,
sempre perdendo, sempre aquém.


E muitos pais não percebem isso porque o filho não fala.
Ele se cala.
Ele se fecha.
Ele sorri… enquanto se compara por dentro.

💬 “A comparação não motiva. Ela corrói”.

 

Ansiedade não é drama — é sobrecarga emocional
Ansiedade não é frescura.
Não é falta de gratidão.
Não é falta de Deus, disciplina ou força de vontade.

É o corpo e a mente dizendo:
“Isso é demais para mim”.


Quando o adolescente não encontra espaço para errar,
não encontra alguém que escute sem julgar,
não encontra segurança emocional…
a ansiedade cresce.
E cresce rápido.
 

Onde os pais entram — e por que são fundamentais

Aqui vai uma verdade dura, mas necessária:

👉 A família é o maior fator de proteção emocional que um adolescente pode ter.
 

Quando o jovem sabe que:
pode falhar em casa,
pode falar em casa,
pode ser quem é em casa,
o mundo lá fora perde força.
A casa vira abrigo.
Não pressão.
 

Como fortalecer a autoestima do seu filho na prática
1️⃣ Valorize o processo, não só o resultado

Pare de elogiar apenas notas, conquistas e vitórias.
Elogie esforço, caráter, persistência e tentativa.
 

2️⃣ Seja um porto seguro emocional
Nem tudo precisa de correção imediata.
Às vezes, seu filho só precisa de alguém que diga:
“Eu te entendo".

 

3️⃣ Ensine seu filho a se comparar apenas consigo mesmo
Mostre que evolução não é ser melhor que os outros — é ser melhor do que ontem.
 

Autoestima se constrói em casa, não na internet

  • Nenhum like substitui pertencimento.
  • Nenhuma curtida constrói identidade.
  • Nenhum algoritmo educa emocionalmente.

Isso é papel da família.

💬 “Quando o filho se sente amado, visto e aceito em casa,
ele não precisa se provar para o mundo”
.

 

Como ensinar seu filho a usar a tecnologia sem perder o controle

16/12/2025 11h16 | Atualizada em 18/12/2025 23h43 | Por: Eder Cachoeira

O problema não é o celular, é a ausência de limites e propósito. Veja como orientar seu filho para usar a tecnologia com equilíbrio e consciência.

Vamos ser honestos: a tecnologia não vai sair da vida dos nossos filhos.
O celular não vai desaparecer.
As redes sociais não vão acabar.
E proibir tudo não funciona.
 

Mesmo assim, muitos pais continuam travando uma guerra perdida ou simplesmente desistiram.
Uns tentam controlar demais.
Outros fingem que não veem.
E, no meio disso tudo, os adolescentes seguem sozinhos, expostos e sem orientação.
 

O problema não é o celular.
O problema é quando ele ocupa o espaço que deveria ser da família, do diálogo e do propósito.

 

Por que tantos pais perderam o controle da tecnologia dentro de casa?

Porque ninguém ensinou os pais a educar filhos em um mundo digital.

A maioria dos adultos também está viciada em telas.
Também foge do silêncio.
Também usa o celular como anestesia emocional.
 

E aqui está a verdade dura: Não dá para exigir equilíbrio digital dos filhos quando os pais não praticam isso.

O adolescente aprende mais pelo exemplo do que por qualquer discurso.
 

O que realmente acontece quando o celular vira refúgio

Quando o adolescente passa horas no celular, geralmente não é lazer.
É fuga.

  • Fuga do tédio.
  • Fuga da cobrança.
  • Fuga da insegurança.
  • Fuga da falta de diálogo.

O celular vira um lugar onde ele se sente no controle, algo que, muitas vezes, ele não sente na vida real
E enquanto isso:

  • a autoestima diminui,
  • a comparação aumenta,
  • o sono piora,
  • a ansiedade cresce,
  • e a conexão familiar enfraquece.

 

Proibir não educa. Liberar sem critério também não.

A solução está no meio do caminho:
educar para o uso consciente.


Isso significa ensinar o filho a:

  • entender o impacto do tempo de tela;
  • reconhecer quando está usando por prazer ou por fuga;
  • equilibrar tecnologia com vida real;
  • assumir responsabilidade pelo próprio comportamento digital.

Tecnologia precisa de regra, propósito e acompanhamento.
 

Três princípios para recuperar o controle sem brigar
 

1️⃣ Regra clara é cuidado, não autoritarismo

  • Horários, locais e limites precisam ser definidos.
  • Celular fora do quarto à noite.
  • Momentos sem tela em família.
  • Nada disso é punição — é proteção emocional.

2️⃣ A tecnologia deve servir a um propósito
Jogos, vídeos e redes podem existir. Mas também precisam conviver com:

  • estudo,
  • leitura,
  • esporte,
  • projetos pessoais,
  • aprendizado real.

Celular sem propósito vira vício.
 

3️⃣ Pais precisam estar dentro do jogo
Você precisa saber:

  • o que seu filho consome,
  • quem ele segue,
  • com quem ele conversa,
  • e como ele se sente depois de usar o celular.
  • Não para vigiar.
  • Mas para orientar.

 

Quando a tecnologia encontra propósito, o conflito diminui
 

Quando o adolescente tem:

  • rotina,
  • responsabilidade,
  • metas,
  • e diálogo,

o celular perde força como muleta emocional.
Ele deixa de ser refúgio
e passa a ser ferramenta.
“Tecnologia sem propósito escraviza. Tecnologia com direção liberta.”
 

O papel dos pais não é controlar — é guiar
 

Seu filho não precisa que você seja um policial digital.
Ele precisa que você seja referência.

  • Alguém que ensine limites.
  • Que converse.
  • Que explique.
  • Que ajuste quando errar.

E sim, você vai errar.
Mas errar junto educa muito mais do que abandonar.

 

O que vem no próximo artigo
No próximo artigo da série Meu Filho Fora do Quarto, vamos entrar em um tema delicado, mas essencial:
“Ansiedade, comparação e autoestima: como proteger emocionalmente seu filho em um mundo hiperconectado”

Férias não são tempo perdido: como evitar a “falácia do custo afundado” e ajudar seu filho a evoluir

08/12/2025 12h00 | Atualizada em 08/12/2025 12h01 | Por: Eder Cachoeira

Pais e mães de adolescentes enfrentam um dilema comum: as férias chegam, o ritmo escolar desacelera e, de repente, o quarto vira um navio à deriva — com um adolescente navegando por horas infinitas de vídeos, jogos e redes sociais.


A primeira semana passa e você pensa:
“Agora já foi… depois eu vejo isso.”


Esse pensamento tem nome, e ele explica por que tantas famílias perdem meses preciosos sem intenção: falácia do custo afundado.

 

O que é a falácia do custo afundado — e por que ela destrói as férias dos seus filhos
Na economia, esse conceito descreve quando continuamos investindo em algo que não funciona só porque já colocamos muito tempo, dinheiro ou energia naquilo.
Na parentalidade, acontece assim:

  • Semana 1 das férias: muito celular.
  • Semana 2: “Ah… já começou assim mesmo.”
  • Semana 3: “Agora deixa terminar o mês.”
  • Semana 4, 5, 6…: dois meses inteiros afundados no ralo do consumo inútil.

Não é culpa dos pais.
É inércia psicológica. É mais fácil deixar como está do que mudar o rumo.
Mas a verdade é que as férias são uma janela de oportunidade que não deveria ser ignorada.
 

Descansar é essencial — mas também é possível evoluir
Sim, o adolescente precisa descansar da escola.
Sim, o cérebro merece uma pausa.
Mas uma pausa não significa desligar a vida.
Significa mudar o ritmo.
As férias podem, e deveriam, ser o momento ideal para desenvolver aquilo que a escola não ensina, mas que a vida e o mercado de trabalho vão cobrar.
Serão cobrados:
✔ autonomia
✔ planejamento
✔ entendimento do próprio perfil
✔ tomada de decisão
✔ amadurecimento
✔ visão de futuro
E tudo isso pode começar de forma leve, orgânica, sem pressão.

 

O que seu filho poderia estar fazendo algumas horas por semana nas férias
Pense no impacto disso:

1️⃣ Descobrir seus talentos e seu perfil
A adolescência é o período perfeito para explorar habilidades naturais e áreas de interesse.
2️⃣ Começar a montar o primeiro currículo
Mesmo sem experiência formal, ele pode desenvolver:

  • projetos pessoais,
  • atividades voluntárias,
  • cursos rápidos,
  • habilidades técnicas e comportamentais,
  • trabalhos escolares,
  • participação em eventos.

3️⃣ Pensar na carreira de forma clara
Com orientação correta, ele começa a visualizar caminhos e possibilidades, reduzindo a ansiedade pelo futuro.
4️⃣ Criar metas de estudo, vida e carreira para 2026
Em vez de entrar no próximo ano “no automático”, ele chega com clareza e propósito.
Nada disso precisa substituir o descanso.
Pode ser feito em duas ou três horas por semana.
O resto continua sendo lazer, família e tempo livre.


Não deixe seu filho “à deriva”
A ausência de um plano não é descanso — é desperdício.
E desperdício, somado à falácia do custo afundado, gera férias inteiras perdidas em conteúdo vazio, comparações tóxicas e horas de tela que só aumentam a ansiedade.
Por outro lado, um mínimo de direção pode transformar o período em uma das fases mais importantes da formação do seu filho.


💬 “Férias produtivas não são férias cheias — são férias com propósito.”


Existe uma forma leve de fazer isso acontecer
Você não precisa montar um plano complexo.
Seu filho não precisa estudar como se estivesse em aula.
E ninguém precisa brigar.


Basta criar um pequeno roteiro de evolução, adaptado ao ritmo da casa e ao estilo do adolescente.


E eu posso te ajudar com isso.
Se quiser um guia prático para aproveitar as férias de forma equilibrada — descanso + desenvolvimento — basta acessar o link disponível na bio em instagram.com/edercachoeira.
 

Como ensinar responsabilidade e autonomia: preparando seu filho para a vida real

02/12/2025 15h14 | Atualizada em 02/12/2025 15h15 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Reprodução

Depois que os pais restabelecem a presença, ajustam a rotina, constroem o diálogo e definem limites claros, surge o próximo e decisivo passo da parentalidade:

ajudar os filhos a desenvolver responsabilidade e autonomia.

O mundo real exige iniciativa, maturidade, foco, disciplina e capacidade de resolver problemas — mas essas habilidades não aparecem sozinhas.
Elas são construídas, pouco a pouco, dentro de casa.

Autonomia não nasce da liberdade total.

E responsabilidade não nasce de cobrança.
Elas surgem do equilíbrio entre apoio e desafio, entre afeto e limites.
Por que os jovens têm tanta dificuldade com autonomia hoje?

A geração atual enfrenta desafios que os pais não enfrentaram:

  • excesso de conforto;
  • estímulos constantes;
  • pouco tédio (e o tédio é essencial para criatividade e solução de problemas);
  • medo de errar;
  • pressão para acertar sempre;
  • e uma rotina que facilita dependência emocional e prática.

Muitos adolescentes crescem sem experimentar pequenas frustrações, sem lidar com suas próprias responsabilidades — e, quando chegam à vida adulta, ficam perdidos.
A boa notícia?

Responsabilidade se ensina. Autonomia se treina.

Responsabilidade não é “ajudar em casa” — é participar da vida
A casa é o primeiro “microcosmo” da sociedade.
Ali, o jovem aprende:

  • colaboração,
  • compromisso,
  • rotina,
  • solidariedade,
  • organização

 — e até preparo para o trabalho.

Tarefas não devem ser castigo, e sim treinamento de maturidade.

Exemplos que funcionam:

  • arrumar o próprio quarto;
  • lavar a própria louça;
  • cuidar do material escolar;
  • organizar a agenda semanal;
  • ajudar em pequenas responsabilidades domésticas;
  • planejar algo da família (um almoço, um passeio, uma compra).

Tudo isso desenvolve competência + confiança.

Autonomia se aprende vivendo — não ouvindo

O adolescente só aprende a fazer sozinho quando você para de fazer por ele.
Ele só aprende a resolver problemas quando você para de resolver por ele.
E só aprende a pensar por conta própria quando você para de responder por ele.

Autonomia é construída quando o pai/mãe diz:

💬 “Tenta fazer. Eu estou aqui, mas é você quem começa.”

Esse pequeno empurrão muda tudo.

Três estratégias práticas para desenvolver autonomia na vida real

1️⃣ Delegue responsabilidades reais (e não simbólicas)
A responsabilidade precisa ter consequências reais.
Por exemplo:

  • “Você cuida de trancar a casa antes de dormir.”
  • “Você prepara sua mochila da escola.”
  • “Você gerencia seu tempo de estudo.”

Isso gera maturidade.

2️⃣ Permita erros — e ensine no erro, não no grito
O erro é ferramenta de aprendizado.

Quando o filho erra, evite frases como:

“Eu te avisei.”
“Você sempre faz isso.”

Substitua por:

“Ok, isso acontece. O que você aprendeu daqui pra frente?”

3️⃣ Incentive a tomada de decisões pequenas

Decisões criam independência.

Pergunte:

  • “O que você prefere fazer primeiro?”
  • “Como você organizaria esse problema?”
  • “Que solução você enxerga aqui?”

Isso cria raciocínio prático — e prepara para decisões maiores no futuro.

Autonomia fortalece autoestima e prepara para a vida adulta

Quando o filho entende que é capaz, a autoestima sobe.
Quando ele percebe que pode resolver problemas, o medo diminui.
Quando ele assume tarefas, a maturidade cresce.
E quando ele toma decisões, o futuro deixa de ser assustador.

Pais que ensinam autonomia estão dizendo, sem palavras:

💬 “Eu confio em você. Eu acredito em quem você está se tornando.”

E essa é, possivelmente, a mensagem mais poderosa da infância e adolescência.

O próximo capítulo

No próximo artigo, vamos abordar um tema essencial e muito atual:
👉 “Como lidar com o uso de telas na adolescência — equilíbrio, limites e proteção digital”
Esse será o ponto de virada para entrar na parte tecnológica do projeto.
 

Como estabelecer limites sem conflito: regras que funcionam na vida real

25/11/2025 15h21 | Atualizada em 25/11/2025 15h21 | Por: Eder Cachoeira
Foto: Reprodução

Depois de abrir o diálogo, construir presença e organizar a rotina familiar, surge um dos maiores desafios da parentalidade:
colocar limites sem transformar a casa em um campo de batalha.

Limites não são inimigos da liberdade.

Pelo contrário: são eles que dão segurança emocional, direção e estrutura para que o adolescente cresça com responsabilidade e autonomia.
Os filhos não precisam de pais perfeitos — precisam de pais previsíveis.

E previsibilidade nasce de regras claras, consistentes e respeitosas.

Por que colocar limites é tão difícil para os pais?

Muitos pais evitam impor limites porque têm medo de:

  • parecer autoritários;
  • provocar brigas;
  • se distanciarem dos filhos;
  • ou repetir padrões negativos que viveram na própria infância.

Mas o resultado da falta de limites é ainda pior:

filhos desorganizados emocionalmente, inseguros, ansiosos e sem direção.

A verdade é simples:

todo adolescente testa limites — e precisa que eles existam para se sentir seguro.
O limite não é a regra — é a relação
O problema não é dizer “não”.
É como esse “não” é dito.
Quando há vínculo, presença e diálogo (conquistados nos artigos anteriores), o limite deixa de ser uma imposição e se torna um acordo.
Não é mais “faça isso porque eu mando”, mas sim:

💬 “Vamos combinar algo que funcione para nós dois.”

Essa mudança transforma completamente a dinâmica familiar.

Três passos para estabelecer limites sem conflito

1️⃣ Regras claras: o combinado não sai caro
Regras vagas geram confusão e discussões intermináveis.
Regras claras reduzem 80% dos conflitos.|

Exemplos simples:

  • Horário máximo para telas à noite;
  • Local da casa onde o celular não entra;
  • Responsabilidades semanais divididas;

Regras de convivência e respeito.
O importante é que sejam explicadas, entendidas e visualizadas por todos.

2️⃣ Consequências proporcionais e coerentes
Consequência não é castigo.
 Castigo humilha.
 Consequência educa.

Ela precisa ser:
 ✔ proporcional ao comportamento
 ✔ coerente com a regra quebrada
 ✔ aplicada com calma
 ✔ comunicada antes de acontecer
O segredo é: não gritar, não discutir — apenas aplicar.

3️⃣ Negociação: firmeza + empatia

Negociar não é ceder — é permitir que o adolescente participe da construção das regras.
Isso aumenta o senso de responsabilidade e diminui a resistência.
Perguntas que ajudam:

  • “O que podemos ajustar para funcionar melhor?”
  • “Qual horário você acha justo?”
  • “Como podemos equilibrar suas necessidades e as nossas?”

Negociar é parte do processo de educação emocional.
A mágica dos limites: segurança, respeito e maturidade

Quando os pais estabelecem limites com firmeza e carinho, três coisas acontecem:
✔ O adolescente se sente seguro
✔ A rotina da casa fica mais leve
✔ Os conflitos diminuem drasticamente

E, acima de tudo, o filho passa a enxergar os pais como guias, e não como inimigos.

💬 “Limites não afastam. Pelo contrário: aproximam.
 Eles mostram que alguém está cuidando.”

O próximo capítulo

No próximo artigo da série Meu Filho Fora do Quarto, avançaremos para um tema essencial e complementar aos limites:
👉 “Como ensinar responsabilidade e autonomia — preparando seu filho para a vida real”
Será o passo que transforma tudo que você já aprendeu em prática diária.
 

Eder Cachoeira

Meu Filho Fora do Quarto

Eder Cachoeira é professor, empresário e palestrante com mais de 28 anos de experiência em tecnologia, educação e empreendedorismo. Criador do projeto “Meu Filho Fora do Quarto”, ele compartilha reflexões, histórias e dicas práticas sobre parentalidade, comportamento e propósito de vida. Na coluna, busca ajudar pais e filhos a se reconectarem e construírem relações mais saudáveis e significativas.

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