No seu comentário diário, o jornalista Upiara Boschi analisa dois assuntos centrais da política catarinense que ganharam repercussão nacional.
O primeiro é a convocação do governador Jorginho Mello (PL) para a CPI do Crime Organizado no Senado. Seria isso uma má notícia para Santa Catarina? Upiara explica por que, na verdade, a ida de Jorginho a Brasília é vista como um reconhecimento da política de segurança pública bem-sucedida do estado.
O segundo tema é a "novela" da disputa pelas vagas ao Senado em 2026, que agora envolve um confronto público entre a deputada Ana Campagnolo (PL) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A discussão gira em torno da tentativa de emplacar Carlos Bolsonaro na chapa, passando por cima de nomes como Carol de Toni (PL) e da aliança com Esperidião Amin (PP).
Enquanto a briga interna da direita ganha o noticiário nacional, o governador Jorginho Mello e o ex-governador Esperidião Amin adotam uma estratégia em comum: o silêncio. Qual o cálculo por trás dessa tática?
Acompanhe a análise completa no vídeo para entender como essa disputa está "desarrumando" o palanque da direita e o que isso pode significar para o futuro político de Santa Catarina.
No seu comentário diário, o jornalista Upiara Boschi analisa a viagem do governador Jorginho Mello (PL) ao Rio de Janeiro para encontrar o governador fluminense, Cláudio Castro (PL).
Mais do que um apoio pontual, o encontro marca uma virada no debate político nacional. Segundo Boschi, a megaoperação contra o crime organizado no Rio de Janeiro tirou a economia e a sucessão de Bolsonaro do centro das atenções, estabelecendo a segurança pública como a principal pauta pré-eleitoral para 2026.
Upiara explica como o tema já divide o governo federal e a oposição. Enquanto o governo Lula aposta na "PEC da Segurança Pública" para dar mais poderes à União, governadores de oposição, incluindo Jorginho Mello, criticam a proposta. Eles exigem mais autonomia e recursos para os estados combaterem o crime, cobrando que o governo federal foque apenas no controle das fronteiras.
No vídeo, o jornalista também avalia os movimentos dos principais "presidenciáveis" da direita, como Tarcísio de Freitas (SP) e Ratinho Júnior (PR), que adotam uma postura mais cautelosa e focada no aspecto financeiro do crime, distanciando-se da abordagem de "guerra" vista no Rio.
Como essa nova pauta pode redefinir a disputa eleitoral do ano que vem? Qual foi a oferta de ajuda que Jorginho Mello fez ao Rio de Janeiro?
Assista ao comentário completo de Upiara Boschi para entender o cenário.
No comentário desta quinta-feira (30), o jornalista Upiara Boschi aborda dois eixos centrais da política. O primeiro é a repercussão nacional da operação policial no Rio de Janeiro. O governador Jorginho Mello (PL) prestou solidariedade ao governador fluminense, Cláudio Castro (PL), juntando-se a outros governadores de oposição, como Tarcísio de Freitas (SP) e Romeu Zema (MG).
Upiara analisa como essa movimentação cria um contraponto ao Governo Federal e discute a tese de que, no Brasil de hoje, tudo se transformou em campanha eleitoral, inclusive a segurança pública.
Na segunda parte do comentário, o foco muda para a política catarinense. O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), subiu o tom e foi ao rádio dizer que não quer o MDB em sua aliança. A resposta veio rápida: o secretário de Agricultura e presidente do MDB-SC, Carlos Chiodini, rebateu as críticas, apontando que o PSD também possui ministérios no governo Lula.
O que essa "troca de farpas" significa para o cenário de 2026? Upiara Boschi avalia como o MDB se aproxima cada vez mais de Jorginho Mello e como Chiodini se posiciona nesse xadrez.
Confira a análise completa no vídeo.
No seu comentário desta terça-feira (28), o jornalista Upiara Boschi analisa como o cenário para as eleições de 2026 em Santa Catarina está sendo desenhado em duas frentes simultâneas.
De um lado, a pressão pública do clã Bolsonaro sobre o governador Jorginho Mello. Após garantir a indicação de Carlos Bolsonaro para uma das vagas ao Senado, os outros filhos do ex-presidente (Eduardo e Jaire Renan) agora defendem abertamente uma chapa "puro-sangue" do PL, que incluiria também a deputada Caroline de Toni. Boschi explica por que esse "combo Bolsonaro" diminui drasticamente a margem de manobra do governador para costurar alianças com outros partidos.
Enquanto essa "fervura" acontece publicamente em SC, a cúpula do PSD catarinense (João Rodrigues, Julio Garcia e Eron Giordani) estava em Minas Gerais. O que eles faziam lá?
Boschi detalha a importante articulação nacional que os catarinenses testemunharam: um "casamento" político entre o PSD e o partido Novo, com bênção do governador Romeu Zema.
Para entender como essa aliança costurada em Minas Gerais pode criar um novo bloco político em Santa Catarina e impactar diretamente as composições de Jorginho Mello, assista ao comentário completo no vídeo.
No comentário político desta sexta-feira (24) para a Rádio Litoral, o jornalista Upiara Boschi analisa a principal notícia da semana: a forte declaração da deputada federal Caroline de Toni (PL).
Contrariando as expectativas sobre a conversa entre Jorginho Mello e Jair Bolsonaro, De Toni se antecipou e anunciou em uma rádio de Xanxerê que será candidata ao Senado em 2026, afirmando que manterá a candidatura "nem que tenha que sair do PL".
A deputada cobra uma suposta promessa feita pelo governador Jorginho Mello e utiliza palavras duras, dizendo que "não é palhaça e nem fantoche" e que não deve nada aos "caciques" da política catarinense.
A decisão confronta diretamente a estratégia do governador, que parece priorizar a aliança com Esperidião Amin (Progressistas) para garantir o tempo de TV da federação (PP-União), especialmente após a indicação de Carlos Bolsonaro para a outra vaga ao Senado.
Upiara Boschi analisa o que essa nova postura de enfrentamento significa para a deputada e para o cenário de 2026.
Além disso, o comentário aborda a agenda política do fim de semana:
Republicanos: O partido, tratado como "satélite" de Jorginho Mello, realiza evento nesta sexta para filiar nomes de peso, como a prefeita de Lages, Carmen Zanotto, e o prefeito de Biguaçu, Salmir da Silva (ex-MDB).
MDB: No sábado, o partido realiza um grande encontro em Balneário Camboriú para lançar o nome de Carlos Chiodini para uma disputa majoritária.
Assista ao comentário completo de Upiara Boschi para entender os bastidores dessas movimentações e o que elas representam para o futuro político de Santa Catarina.

Política em foco
Upiara Boschi é um jornalista com vasta experiência e reconhecida atuação na cobertura política de Santa Catarina. Com uma carreira consolidada, tornou-se um dos principais nomes na análise dos bastidores do poder no Estado, sendo referência para o público e para a classe política. Atualmente, mantém seu próprio portal de notícias, o upiara.net, e é comentarista em veículos parceiros, como o Grupo ND e a Rádio Eldorado, de Criciúma. Ao longo de sua carreira, Upiara Boschi se destacou pela apuração rigorosa, pela análise aprofundada dos cenários políticos e pela capacidade de traduzir os complexos movimentos do poder para o grande público. Seu trabalho é caracterizado pela busca constante por informações exclusivas e pela contextualização dos acontecimentos, oferecendo aos seus leitores e espectadores uma compreensão mais ampla da política catarinense.
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