Medida atende pedido do Ministério Público para aprofundar investigações.
Foto: Reprodução A Justiça autorizou a exumação do corpo do cão comunitário Orelha, morto no início de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis. A perícia direta será realizada pela Polícia Científica, após pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que apontou a necessidade de complementação das investigações.
Além da exumação, a Justiça acolheu outros 34 requerimentos apresentados pelo MPSC, incluindo a oitiva de novas testemunhas, análise de imagens, reinquirição de veterinários e esclarecimentos sobre possíveis contradições e omissões nos depoimentos. A análise do pedido de internação do adolescente apontado como autor das agressões foi adiada até a conclusão das diligências.
O cão Orelha vivia como animal comunitário na Praia Brava, área turística da Capital. Conforme investigação da Polícia Civil, ele teria sido agredido no dia 4 de janeiro e foi encontrado ferido no dia seguinte por moradores, sendo encaminhado para atendimento veterinário, mas não resistiu.
O inquérito policial foi concluído em 3 de fevereiro, com a indicação de um adolescente como responsável pelas agressões e o indiciamento de três adultos por suspeita de coação no curso do processo. Segundo a Polícia Civil, não há imagens nem testemunhas diretas do momento da agressão, e um laudo indireto apontou que a causa da morte foi um golpe na cabeça por objeto contundente.
Após o cumprimento das diligências, a Polícia Civil deverá devolver o inquérito ao Ministério Público, que decidirá sobre o eventual oferecimento de denúncia.
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