Parceria estratégica com a operadora Unific amplia a capilaridade técnica e possibilita a integração de conteúdos entre estações de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
A articulação para a criação de uma rede catarinense de emissoras educativas vem ocorrendo, com reuniões estratégicas realizadas em Criciúma e Araranguá. O movimento busca a orquestração técnica entre emissoras e operadoras locais para superar o modelo de comunicação isolada que historicamente predomina na região Sul. Esta iniciativa altera o panorama midiático regional ao propor uma infraestrutura coordenada, essencial para conferir escala às transmissões e otimizar a distribuição de sinal no estado, transformando a atuação fragmentada em uma presença sistêmica.
A estruturação de uma rede unificada é vital para conferir sustentabilidade e relevância ao setor educativo catarinense. Além de fortalecer a identidade cultural regional, a integração visa a eficiência operacional por meio da redução de custos compartilhados e do ganho de escala na produção de conteúdo. Ao migrar de emissoras independentes para um sistema em rede, o setor garante uma presença institucional mais robusta, capaz de ampliar seu impacto social e assegurar que a comunicação educativa atinja o público com maior consistência técnica e editorial.
A viabilidade técnica deste projeto de expansão fundamenta-se em uma parceria estratégica com a empresa de telefonia Unific, que já garante a presença do sinal em 780 cidades nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Essa convergência tecnológica entre a infraestrutura de telecomunicações e a televisão democratiza o acesso à informação, especialmente em áreas onde o sinal aberto tradicional apresenta limitações de alcance. A métrica de cobertura sinaliza uma relevante capilaridade de mercado, consolidando a televisão educativa como um player estratégico na infraestrutura de mídia do Sul do Brasil.
Essa base técnica de ampla abrangência sustenta as negociações locais iniciadas para a consolidação da rede, que incluíram diálogos com o operador da TV Educativa de Criciúma e com Ângelo Bertoncini, proprietário da TV Litoral Sul, em Araranguá. Esses encontros focaram na orquestração necessária para que a rede opere de maneira integrada, permitindo que diferentes gestores e proprietários colaborem tecnicamente. O movimento de articulação direta evidencia um esforço de consolidação setorial, onde a cooperação mútua é o requisito fundamental para a viabilidade de um sistema de transmissão de longo alcance.
A iniciativa reforça o papel da televisão como um equipamento de comunicação fundamental para a sociedade catarinense. A proposta de uma rede unificada, em oposição ao funcionamento de emissoras operando de forma isolada, confere maior autoridade e legitimidade institucional ao sistema educativo. Em um ecossistema de informação cada vez mais fragmentado, a televisão estruturada em rede atua como um selo de veracidade e um ponto de referência para o público, justificando o investimento em sua orquestração técnica para assegurar a credibilidade do conteúdo transmitido.
O desdobramento operacional imediato da rede catarinense concentra-se na implementação da troca sistemática de conteúdo entre as emissoras participantes. Essa integração resultará em uma grade de programação mais robusta e competitiva, entregando ao telespectador uma diversidade de produções regionais que antes ficavam restritas ao âmbito local. O trabalho de consolidação prossegue com o foco no aprimoramento contínuo dessa estrutura de mídia, visando garantir que a integração técnica e editorial resulte em um sistema de comunicação pública plenamente funcional em Santa Catarina.
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