Reajuste de 6,79% impacta benefícios previdenciários e trabalhistas.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621, começou a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores brasileiros. O valor consta no contracheque referente ao mês de janeiro.
O reajuste de 6,79% foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025 e segue a política de valorização do salário mínimo, que considera a inflação medida pelo INPC e o crescimento do Produto Interno Bruto, respeitando os limites do arcabouço fiscal.
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social começaram a receber o novo valor a partir do dia 26 de janeiro, com pagamentos escalonados conforme o número final do cartão do benefício.
Impactos econômicos
Segundo o Dieese, o novo salário mínimo impacta diretamente cerca de 61,9 milhões de brasileiros e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026. O valor também serve como referência para benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas.
O governo federal estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, considerando o reajuste e medidas de isenção do Imposto de Renda, além de custo adicional de R$ 39,1 bilhões para a Previdência Social.
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