Atos reuniram protetores, ONGs e moradores em diversas cidades do país neste domingo (1º).
Foto: Beatriz Favere A morte do cão comunitário Orelha, vítima de maus-tratos no início de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis, motivou manifestações em várias cidades do Brasil neste domingo (1º). Na capital catarinense, o protesto ocorreu na Beira-Mar Norte e reuniu moradores, protetores de animais e organizações da causa animal.
Em Florianópolis, os manifestantes utilizaram faixas, cartazes e palavras de ordem pedindo celeridade nas investigações. O ato contou com trio elétrico e a participação de pessoas acompanhadas de animais de estimação, encerrando por volta do meio-dia.
Além da capital, cidades catarinenses como Balneário Camboriú, Blumenau, Criciúma e São José também registraram mobilizações. Em âmbito nacional, houve protestos em capitais como São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Porto Alegre, Manaus, Belém, Fortaleza e Rio de Janeiro, além de municípios do interior paulista.
Atos em outras regiões do país
Em São Paulo, centenas de pessoas se reuniram na Avenida Paulista, em frente ao MASP, com a presença de coletivos de defesa animal, artistas e influenciadores digitais. Já em Belo Horizonte, o protesto ocorreu durante a Feira Hippie, com caminhada pela Avenida Afonso Pena até a Praça Sete.
Na capital capixaba, Vitória, cerca de 300 pessoas se concentraram na orla da Praia de Camburi. Em Porto Alegre, o ato ocorreu no Parque da Redenção, enquanto em Manaus os manifestantes se reuniram no Anfiteatro da Ponta Negra. Outras cidades como Rio Branco, Campinas, Belém e Fortaleza também realizaram mobilizações com pedidos de punições mais severas para crimes de maus-tratos contra animais.
Investigação do caso
Orelha morreu após ser agredido no dia 4 de janeiro. O cão era cuidado por moradores da Praia Brava e foi encontrado agonizando no local. A Polícia Civil investiga o caso e analisa cerca de mil horas de imagens de câmeras de segurança da região.
Inicialmente, quatro adolescentes eram suspeitos, mas um deles foi descartado após a conclusão de que não teve envolvimento com as agressões. Os dados dos investigados não foram divulgados, em razão do sigilo previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.
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