Especialista, Daisson Trevisol, reforça importância da vacinação diante do aumento de casos em outros países
A circulação recente de informações sobre um possível caso de sarampo em uma bebê de seis meses, em São Paulo, acendeu um alerta sobre a doença, que já foi considerada erradicada no Brasil.
Altamente contagioso, o sarampo é transmitido de pessoa para pessoa por meio da respiração e do contato com secreções, como saliva. Apesar de o país ainda não registrar circulação interna significativa, o cenário internacional preocupa.
Nos últimos anos, houve aumento de casos nas Américas, com mais de 7 mil registros e ao menos 10 mortes relacionadas à doença. Países como o México, por exemplo, contabilizaram mais de 5 mil casos recentes, reflexo da queda nas taxas de vacinação em algumas regiões.
O sarampo pode causar sintomas como manchas pelo corpo, além de complicações graves, como pneumonia e encefalite, podendo levar à morte em casos mais severos.
No Brasil, a vacinação segue sendo a principal forma de prevenção. A imunização é indicada a partir dos 12 meses de idade, com duas doses que garantem proteção duradoura.
Especialistas reforçam que as vacinas são seguras e fundamentais para evitar o retorno de doenças já controladas. A recomendação é que a população mantenha a carteira de vacinação em dia para reduzir os riscos de novos surtos.
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